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Novembro Azul: especialista do Vera Cruz garante que homens estão se cuidando mais e alerta para check-up

Novembro – Uma pesquisa realizada pela SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), divulgada em julho deste ano, mostrou que a procura por cirurgias desta especialidade caiu 50% durante a pandemia do novo coronavírus. Ao todo, 90% dos 766 urologistas ouvidos confirmaram a queda nas operações eletivas. E mais da metade deles ratificou a mesma redução em cirurgias de emergência. Ainda segundo a entidade, 51% dos homens no Brasil nunca consultaram um urologista. Números que acendem o alerta para o Novembro Azul, mês de combate ao câncer de próstata. Um estudo do INCA (Instituto Nacional de Câncer) indica que o de próstata é o segundo tipo de câncer que mais mata os homens, atrás somente do de pele: de acordo com a entidade, aproximadamente 66 mil novos casos foram registrados no Brasil em 2020. Segundo Bruno Resende, urologista do Vera Cruz Hospital, a identificação precoce aumenta as chances de um tratamento eficaz. “O Novembro Azul é oportuno para sensibilizar os homens e os profissionais de saúde quanto às ações do autocuidado e cuidado. Quando um paciente procura um especialista para exames preventivos como os do câncer de próstata, cabe a esse profissional atuar de forma eficaz e garantir que a prevenção seja feita de forma completa”, diz. “Como a maioria dos pacientes em estágio inicial não apresenta sintomas, a detecção precoce da doença torna-se mais difícil. Logo, a recomendação é a realização do check-up anual, pois, apesar de mortal, o câncer da próstata tem até 90% de probabilidade de cura se for diagnosticado precocemente”, adiciona. Foi assim com o produtor rural Oscar Frigeri, de 72 anos. Ele descobriu o tumor em 2018, durante os exames preventivos. O diagnóstico deixou o paciente preocupado já que, pouco tempo antes, o irmão caçula faleceu da doença. “Com a alteração no meu exame fiquei apavorado. Acho que pensei em morte por vários dias, mas nunca vou me esquecer das palavras dos médicos do Vera Cruz Hospital, de que a cura era possível e tudo ia ficar bem”, relembra. Já são dois anos vivendo sem o câncer e os cuidados só aumentaram. “Nunca fui de ir ao médico à toa, mas agora levo muito mais a sério a prevenção de tudo. Só no urologista vou duas vezes por ano”, reforça. A saudade do irmão deixa um alerta. “Homens, se cuidem. Meu irmão descobriu tardiamente e não sobreviveu. Comigo foi diferente. Cuidem da sua saúde”, reforça o agricultor, que incentivou os filhos a já procurarem o especialista. “Todos somos pacientes do Dr. Bruno com muito orgulho, pois é um médico que nos trata de forma muito humana e responsável”, finaliza. Resende, por sua vez, defende a prevenção completa contra a doença. “Adotar hábitos saudáveis, manter a prática de atividade física regular, ter uma alimentação balanceada, fazer controle do stress, diminuir o consumo do tabaco e fazer uso moderado de bebidas alcoólicas são essenciais para diminuir agravos evitáveis e outros problemas como diabetes, colesterol e glicemia”. ‘Copo meio cheio’ De acordo com o médico, os números da pesquisa da SBU não assustam por duas razões: todas as cirurgias tiveram queda no período da pandemia e, se invertido, um dos dados mostra a adesão masculina aos exames preventivos. “O levantamento revela que 49% dos homens estão cuidando da sua saúde, o que é muito positivo, já que campanhas educativas como o Novembro Azul são muito recentes no Brasil”, afirma. Com os consultórios trabalhando parcialmente, os pacientes tinham temor justificável do contágio pessoal e do potencial de transmissão da Covid-19 durante o isolamento. “A expectativa de retorno à normalidade ainda é questionável. Mesmo assim, temos observado uma maior procura dos pacientes pela saúde geral. Também temos notado uma grande procura por bem-estar. Prova disto é que temas que antes eram relacionados às mulheres, como reposição hormonal, agora tem tido procura por homens”, explica. A queda hormonal masculina hoje em dia é muito discutida pois está relacionada à queda da qualidade de vida. “O ideal é checar através de um exame simples de sangue e se comprovada a necessidade de reposição, ela pode ser feita com medicamento injetável e até gel ou creme”, explica. Desânimo, ganho de peso, diminuição da massa muscular, problemas de memória, irritabilidade e queda no vigor sexual podem ser alguns dos sintomas da baixa testosterona, de acordo com o especialista. Em 76 anos de existência, o Hospital Vera Cruz é reconhecido pela qualidade de seus serviços, capacidade tecnológica, equipe de médicos renomados e por oferecer um atendimento humano que valoriza a vida em primeiro lugar. O Vera Cruz dispõe de 167 leitos distribuídos em diferentes unidades de internação, em acomodação individual (apartamento) ou coletiva (dois leitos), UTIs e maternidade. A Instituição conta também com setores de Quimioterapia, Hemodinâmica, Câmara Hiperbárica Monoplace, Radiologia (incluindo tomografia, ressonância magnética, densitometria óssea, ultrassonografia e raio-x), e laboratório com o selo de qualidade Fleury Medicina e Saúde. Em outubro de 2017, a Hospital Care tornou-se parceira do Vera Cruz. Em pouco mais de dois anos, a aliança registra importantes avanços na prestação de serviços gerados por investimentos em inovação e tecnologia. Em médio prazo,o grupo prevê expansão no atendimento com a criação de dois novos prédios erguidos na frente e ao lado do hospital principal, totalizando 17 mil m² de áreas construídas a mais. Há 30 anos, o Vera Cruz inaugurou e mantém a Fundação Roberto Rocha Brito, referência em treinamentos e cursos de saúde na Região Metropolitana de Campinas, tanto para profissionais do setor, quanto para leigos, e é uma unidade credenciada da American Heart Association. Atendimento à imprensa Rafaela Dias | [email protected] | (19) 98199-0352 Tiago Freitas | [email protected] | (19) 99306-2923

18 de Novembro MAIS

Dia do Coração: Vera Cruz Hospital alerta para exames preventivos

Setembro, 2020 – No Dia do Coração, lembrado nesta terça-feira (29), o Vera Cruz Hospital alerta para a necessidade da retomada dos exame spreventivos, deixados de lado durante o isolamento social. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a cada um minuto e meio, uma pessoa morre por doença do coração, somando 400 mil óbitos anuais no país. “Stress, obesidade e tabagismo são as principais causas de problemas cardiovasculares, entre eles os infartos e derrames. Apesar de cada dia mais os brasileiros estarem mais preocupados com a alimentação saudável e com a realização de atividades físicas, os exames preventivos são essenciais, pois problemas cardíacos não surgem de repente”, explica o cirurgião cardiovascular Eloy da Costa. Segundo o especialista, houve uma queda de 50% nas cirurgias do coração nos últimos meses, o que levantou um alerta para a baixa procura por tratamentos. “Entendemos o medo das pessoas durante a pandemia da Covid-19, mas é importante lembrar que existem muitas outras doenças que também podem levar a óbito”, lembra. O médico reforça, ainda, a necessidade de cuidados dos jovens. “As pessoas na faixa etária dos 20 anos já precisam pensar que suas ações hoje irão refletir em problemas daqui a 30 anos. Não cuidar da saúde e não deixar de lado os maus hábitos podem trazer sérias consequências”, alerta. Avanços A data também celebra os avanços da medicina nos procedimentos cardíacos. Antigamente, por exemplo, a única maneira de tratar a falha da valva mitral após uma cirurgia cardíaca era através da abertura do peito e parada do coração. Hoje, segundo o cirurgião, o tratamento pode ser feito de maneira percutânea, chamado valve-in-valve mitral. Um dos procedimentos mais modernos atualmente, e que foi realizado pela terceira vez no Vera Cruz Hospital na última quinta-feira (24), em uma paciente de 72 anos com diversas comorbidades, entre elas um tumor intestinal já tratado. “O valve-in-valve pode ser uma opção eficaz para melhorar a qualidade de vida em pacientes que, de outra forma, teriam escolhas limitadas para o reparo da valva, como foi o caso da paciente operada na última semana, e cuja cirurgia foi um sucesso”, comemora o especialista. Ainda segundo o cirurgião cardiovascular, em breve, pacientes de todas as idades poderão contar com esse tipo de cirurgia. “Estimamos que, no máximo em 15 anos, o procedimento seja adaptado para casos mais jovens, pensando que se trata de uma tecnologia relativamente nova, muito menos invasiva e que possui uma resposta excelente no pós-operatório”, explica. “Dessa forma podemos afirmar que o Vera Cruz passou a dar um salto na qualidade do tratamento com os seus pacientes, com um procedimento raro, de ponta e que coloca os seus cirurgiões no topo das experiências médicas nacionais”, avalia. Ainda segundo o médico, essa opção de tratamento também é fundamental para os idosos que estão impossibilitados de realizar a troca da válvula aórtica devido ao risco elevado de complicações durante a operação. Sobre o Vera Cruz Hospital Em 76 anos de existência, o Hospital Vera Cruz é reconhecido pela qualidade de seus serviços, capacidade tecnológica, equipe de médicos renomados e por oferecer um atendimento humano que valoriza a vida em primeiro lugar. O Vera Cruz dispõe de 167 leitos distribuídos em diferentes unidades de internação, em acomodação individual (apartamento) ou coletiva (dois leitos), UTIs e maternidade. A Instituição conta também com setores de Quimioterapia, Hemodinâmica, Câmara Hiperbárica Monoplace, Radiologia (incluindo tomografia, ressonância magnética, densitometria óssea, ultrassonografia e raio-x), e laboratório com o selo de qualidade Fleury Medicina e Saúde. Em outubro de 2017, a Hospital Care tornou-se parceira do Vera Cruz. Em pouco mais de dois anos, a aliança registra importantes avanços na prestação de serviços gerados por investimentos em inovação e tecnologia. Em médio prazo, o grupo prevê expansão no atendimento com a criação de dois novos prédios erguidos na frente e ao lado do hospital principal, totalizando 17 mil m² de áreas construídas a mais. Há 30 anos, o Vera Cruz inaugurou e mantém a Fundação Roberto Rocha Brito, referência em treinamentos e cursos de saúde na Região Metropolitana de Campinas, tanto para profissionais do setor, quanto para leigos, e é uma unidade credenciada da American Heart Association. Atendimento à imprensa Rafaela Dias | [email protected] | (19) 98199-0352 Tiago Freitas | [email protected] | (19) 99306-2923

18 de Novembro MAIS

Obesidade cresce no Brasil: especialista do Vera Cruz Hospital alerta sobre os riscos da doença

Outubro, 2020 – O número de pessoas obesas no Brasil mais que dobrou entre 2003 e 2019, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os índices divulgados recentemente apontam que, no ano passado, 26,8% dos brasileiros acima de 20 anos eram considerados obesos, enquanto o percentual era de 12,2% há 16 anos. Para o cirurgião bariátrico do Vera Cruz Hospital, André Pierro, os índices são alarmantes e exigem uma urgente mudança de hábitos. “A obesidade é tratada como doença há poucas décadas, mas se trata de uma epidemia mundial que refletiu no estilo de vida do brasileiro, aumentando o consumo de alimentos industrializados e fast-foods e que, por consequência, gerou números alarmantes e que refletem diretamente na saúde física e emocional das pessoas”, explica o especialista. Segundo o médico, a doença que atinge todas as classes sociais, pode acarretar em diversos problemas como alteração na pressão arterial, diabetes, problemas articulares nos joelhos e quadril, deficiências no fígado, maior incidência para vários tipos de câncer, além de depressão e problemas de ordem social. “Pessoas obesas têm dificuldade em conseguir emprego, se relacionar e até mesmo comprar roupas em lojas comuns, além das dezenas de doenças que podem desenvolver. É um problema cultural que precisa ser revertido com políticas públicas e mudança de hábitos, principalmente em relação à alimentação e à prática de exercícios físicos”, afirma o cirurgião do Vera Cruz Hospital.   Ainda segundo o especialista, este ano, devido à crise econômica ocasionada pela pandemia a situação poderá piorar, fazendo com que menos pessoas tenham acesso à qualidade na alimentação. “Os números são reais e confirmam que cada vez menos as pessoas terão acesso a alimento fresco e saudável, assim como à proteína magra. Esse é um problema real, que pode aumentar ainda mais a obesidade e a procura por cirurgias. Os problemas sociais e financeiros da pandemia devem, em pouco espaço de tempo, afetar a saúde das pessoas”, lamenta. Por outro lado, o isolamento trouxe um alerta, de acordo com o cirurgião. “Nunca vimos tantas pessoas praticando atividades físicas ou com medo das consequências da obesidade, afinal, é evidente, do ponto de vista global e científico, que o maior número de óbitos durante a pandemia envolvia a obesidade, além de outras comorbidades. Esperamos que as pessoas possam mudar os seus hábitos. Esse é o principal alerta: mudança total na qualidade de vida, para ontem”, defende. Bariátrica A cirurgia bariátrica é um procedimento que pode, segundo Pierro, ser feito em 5% da população, com base, principalmente, no cálculo do IMC (Índice de Massa Corpórea). “Os IMCs entre 25 e 29,9 são considerados indicadores de sobrepeso, enquanto valores entre 30 e 39,9 de obesidade e, acima de 40, obesidade grave”, explica o médico. “Trata-se de uma ótima solução para quem perdeu a guerra contra a balança, pois quando a pessoa atinge a obesidade, existe menos de 5% de chances de sucesso após dietas somadas a atividades físicas. Mesmo com muita disciplina, disposição e recursos, é cientificamente improvável conseguir a redução necessária”, afirma. Um dos principais mitos da cirurgia bariátrica, segundo o especialista, é acreditar que se trata de um procedimento estético e não de controle da doença. “Muitas pessoas pensam que é mais uma modalidade de cirurgia plástica e que interfere na estética e não diretamente na redução de peso. É importante saber que essa é a primeira etapa do tratamento e não a última. As correções estéticas vêm aproximadamente dois anos depois da cirurgia bariátrica”, explica. Além disso, antes de realizar o procedimento, o paciente precisa passar por avaliação com diversos profissionais como endocrinologista, cardiologista, psicólogo, nutricionista e fisioterapeuta. “Após essas avaliações, o procedimento que reduz o estômago e também o intestino delgado, pode fazer com que o paciente perca aproximadamente 40% do seu peso inicial. Mas, é preciso mudar a mentalidade do paciente também pois, após os primeiros anos, há a tendência ao retorno da obesidade, devido a memória metabólica, que nada mais é do que o organismo tentando recuperar o peso que acredita ser o ideal e o paciente acaba ganhando mais de 20% do que perdeu”. O médico alerta para uma situação considerada mito, mas que não é: o aumento do consumo de bebidas alcóolicas. Segundo ele, existe um grande risco de o paciente trocar a compulsão alimentar por alcoólica devido a facilidade na ingestão do líquido no pós-cirúrgico. “A bebida não é proibida, mas deve ser consumida moderadamente, de forma consciente e equilibrada, pois o álcool possui mais calorias que o carboidrato por grama”, alerta. “Brincamos que a cirurgia bariátrica é um casamento sem direito a divórcio entre paciente e toda a equipe de especialistas. Podemos brigar, mas não nos separar. O diálogo e acompanhamento precisam ser constantes e para a vida toda, só assim é possível a cura”, completa. Por isso, o médico alerta ainda para as dietas da moda que podem auxiliar o início de um emagrecimento, mas que não curam a obesidade. “Dietas como as de zero consumo de carboidrato ou de jejum intermitente podem funcionar por 30 a 50 dias, mais que isso é inviável, ou seja, existe um grande risco de a pessoa fugir dessa dieta ou deixar ela pra sempre. É importante achar um meio termo para perder alguns quilos, mas quando se tem a obesidade, só a cirurgia bariátrica pode curar a doença”, diz. Sobre o Vera Cruz Hospital Em 76 anos de existência, o Hospital Vera Cruz é reconhecido pela qualidade de seus serviços, capacidade tecnológica, equipe de médicos renomados e por oferecer um atendimento humano que valoriza a vida em primeiro lugar. O Vera Cruz dispõe de 167 leitos distribuídos em diferentes unidades de internação, em acomodação individual (apartamento) ou coletiva (dois leitos), UTIs e maternidade. A Instituição conta também com setores de Quimioterapia, Hemodinâmica, Câmara Hiperbárica Monoplace, Radiologia (incluindo tomografia, ressonância magnética, densitometria óssea, ultrassonografia e raio-x), e laboratório com o selo de qualidade Fleury Medicina e Saúde. Em outubro de 2017, a Hospital Care tornou-se parceira do Vera Cruz. Em pouco mais de dois anos, a aliança registra importantes avanços na prestação de serviços gerados por investimentos em inovação e tecnologia. Em médio prazo, o grupo prevê expansão no atendimento com a criação de dois novos prédios erguidos na frente e ao lado do hospital principal, totalizando 17 mil m² de áreas construídas a mais. Há 30 anos, o Vera Cruz inaugurou e mantém a Fundação Roberto Rocha Brito, referência em treinamentos e cursos de saúde na Região Metropolitana de Campinas, tanto para profissionais do setor, quanto para leigos, e é uma unidade credenciada da American Heart Association. Atendimento à imprensa Rafaela Dias | [email protected] | (19) 98199-0352 Tiago Freitas | [email protected] | (19) 99306-2923

18 de Novembro MAIS

Especialistas alertam para a reabertura de academias

Agosto – A transição da região de Campinas para a “fase amarela” no Plano São Paulo de flexibilização da quarentena permite que as academias de ginástica reabram as portas, após quase cinco meses sem poder receber alunos. De acordo com a Associação Brasileira de Academias (Acad Brasil), ao menos 414 academias funcionam na Região Metropolitana de Campinas (RMC). Especialistas, porém, alertam que o retorno deve ser gradual e cercado de cuidados. “A primeira informação importante é saber que as atividades físicas não devem ser retomadas na mesma intensidade que eram feitas antes do início da quarentena. Essa pausa pede avaliações das condições cardiovasculares, a qual chamamos de pré-participação esportiva, e que são essenciais podendo assim evitar crises hipertensivas, arritmias, lesões musculares e até infartos”, explica o médico coordenador da UTI Cardiológica do Hospital Vera Cruz, Rafael Gavinhos. Sobre o uso da máscara, o especialista garante que não há nenhum risco para quem pratica esporte. “É necessário usar, porém, com alguns cuidados como a troca em menor espaço de tempo, visto o excesso de transpiração e a umidificação da mesma. Deve-se diminuir a intensidade da atividade física, buscando um recondicionamento e uma boa adaptação da máscara para manipulá-la o menos possível”, alerta. Sobre a troca de gás carbônico durante as atividades mais intensas, ele afirma que não há grandes mudanças. “Há mais um desconforto relacionado a máscara do que um estado de hipercapnia (retenção de gás carbônico), mas reforçamos a necessidade de não buscar a todo custo a mesma performance”, completa. O especialista, responsável pelo Centro de Avaliação Pré-Participação Esportiva da instituição, prevê um aumento da procura pelo serviço nas próximas semanas. “Nessa avaliação fazemos exames direcionados à participação esportiva, através de um questionário específico e exames complementares, como: eletrocardiograma, esteira e laboratoriais para prevenir o paciente de qualquer problema futuro e orientar qual a atividade mais indicada para o seu estado físico atual. Afinal, aumento de peso e colesterol são apenas uma pequena parte dos problemas que a pandemia trouxe, já que ela mexeu drasticamente com a rotina das pessoas”, explica. Segundo o médico, muitas pessoas deixaram seus exames preventivos de lado, por medo de procurar hospitais e clínicas, e que as consequências dessa decisão podem ser graves. Entre os meses de março e maio deste ano, o Brasil registrou um aumento de 31% nas mortes por doenças cardiovasculares em casa. A variação, em relação a 2019, aparece nos dados apresentados no fim de junho pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e pela Arpen (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Brasil). Outro alerta é para aqueles que procuraram na atividade física uma válvula de escape para a quarentena. “Sabemos que muitas pessoas começaram a se exercitar por conta própria nesses meses, tanto que muitas academias até começaram a alugar equipamentos nesse período. Mas, quando as pessoas começam uma atividade física, nem que seja uma caminhada, elas precisam saber antes suas condições de saúde, principalmente, as que estão na faixa acima dos 40 anos”, explica. Ainda de acordo com ele, no Brasil, as doenças cardiovasculares, como infarto e AVC, são as que mais matam após os 40 anos. Infectologista sugere reforço na higiene Para o médico infectologista, Rogério de Jesus Pedro, do Vera Cruz Hospital, apesar do avanço para a fase amarela, os cuidados devem ser reforçados. “Em espaços como academias, o nível de transmissão é elevado, pois o contato com a respiração e partículas suspensas no ar é grande, mesmo em um ambiente ventilado e com a utilização da máscara”, afirma. Distanciamento e higienização são os pontos mais importantes, de acordo com o infectologista. “Até que exista uma vacina comprovadamente eficaz, o risco ainda é muito grande. A retomada, portanto, precisa ser absolutamente segura”, finaliza. A reabertura tem regras Neste primeiro momento, as academias devem funcionar por até seis horas diárias – não, necessariamente, consecutivas – e com capacidade máxima de 30%. Atividades em grupo permanecem proibidas. Também se recomenda que menores de 14 anos, maiores de 60 e pessoas com comorbidades não voltem a frequentar esses centros. O plano completo pode ser acompanhado no site da Prefeitura de Campinas: https://bit.ly/33LweYc Sobre o Vera Cruz Hospital Em 76 anos de existência, o Hospital Vera Cruz é reconhecido pela qualidade de seus serviços, capacidade tecnológica, equipe de médicos renomados e por oferecer um atendimento humano que valoriza a vida em primeiro lugar. O Vera Cruz dispõe de 167 leitos distribuídos em diferentes unidades de internação, em acomodação individual (apartamento) ou coletiva (dois leitos), UTIs e maternidade. A Instituição conta também com setores de Quimioterapia, Hemodinâmica, Câmara Hiperbárica Monoplace, Radiologia (incluindo tomografia, ressonância magnética, densitometria óssea, ultrassonografia e raio-x), e laboratório com o selo de qualidade Fleury Medicina e Saúde. Em outubro de 2017, a Hospital Care tornou-se parceira do Vera Cruz. Em pouco mais de dois anos, a aliança registra importantes avanços na prestação de serviços gerados por investimentos em inovação e tecnologia. Em médio prazo, o grupo prevê expansão no atendimento com a criação de dois novos prédios erguidos na frente e ao lado do hospital principal, totalizando 17 mil m² de áreas construídas a mais. Há 30 anos, o Vera Cruz inaugurou e mantém a Fundação Roberto Rocha Brito, referência em treinamentos e cursos de saúde na Região Metropolitana de Campinas, tanto para profissionais do setor, quanto para leigos, e é uma unidade credenciada da American Heart Association. Atendimento à imprensa Rafaela Dias | [email protected] | (19) 98199-0352 Tiago Freitas | [email protected] | (19) 99306-2923

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