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Dia Nacional de Combate ao Fumo: especialista dá dicas para deixar o vício

Agosto, 2020 – Uma pesquisa feita em parceria entre a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) revelou que mais de 30% dos homens e 38% das mulheres fumantes passaram a consumir, ao menos, mais 10 cigarros por dia durante a pandemia. O momento de stress, incerteza, medo, angústia e tédio oriundo do isolamento social – uma das principais medidas de combate ao novo coronavírus – explica o aumento. Os dados, que voltam à tona no próximo sábado (29), Dia Nacional de Combate ao Fumo, na visão do especialista Ronaldo Macedo, médico pneumologista do Vera Cruz Hospital, são preocupantes. Segundo ele, o consumo do cigarro caminha junto ao de bebidas alcóolicas, que também aumentou no período. “A preocupação é com as duas dependências, que andam em paralelo e aumentam as consequências, caso a pessoa venha contrair a Covid-19”. Além disso, fumar e beber mais pode agravar quadros alérgicos, condições cardiovasculares adversas, doenças agudas e até tumores. “A maioria das pessoas tem um hábito arraigado na família com o consumo do tabaco e acham comum ou normal, pois acreditam que muitos dos seus familiares nunca sofreram consequência com vício, o que é um mito”, alerta. Segundo o pneumologista, para quem fumou por 30 anos, os 30 anos seguintes continuam trazendo chances de desenvolver doenças em consequência do cigarro. “Quanto antes parar, melhor”, reforça. Quem para, sente, em apenas duas semanas, melhoras no pulmão, na respiração e até no paladar, já que a nicotina diminui o apetite e a ansiedade. As agressões ao organismo, porém, não param por aí. “Os prejuízos do cigarro são cumulativos e as lesões causadas pelo seu consumo são irrecuperáveis”, explica Macedo. O primeiro passo é mudar a rotina e criar regras para deixar o vício. “Quem precisa parar de consumir tabaco por motivo de saúde, já sabe disso. A questão é quem não precisa e não quer. O primeiro passo é querer. Não fumar dentro de casa é uma decisão importante, pois o fumante só vai sair para o consumo se estiver na fissura, ou seja, com a abstinência da substância química.” Identificar gatilhos que despertem a vontade também é importante. “É preciso reduzir bebidas, como, por exemplo, café ou alcoólicas, se for o caso. Quem fuma no carro, por exemplo, orientamos a deixar no porta-malas, pois dificulta o consumo. Outra dica é reduzir o número de cigarros diariamente, começando pelo adiamento do primeiro do dia”. Sobre não ter mais cigarro em casa, é regra básica: “Não pode comprar ou ter guardado numa gaveta. Simples assim”, diz. Busca por novos hábitos é um bom começo Ainda segundo o especialista, outro ponto é que uma parcela dos fumantes pode estar enxergando a pandemia como uma motivação para deixar o hábito de fumar. “Primeiro é preciso enfrentar a fase de negação. Mudar hábitos alimentares. Fazer atividades físicas também ajuda, pois a endorfina ajuda a diminuir a abstinência”, afirma. Mas ele alerta que casos de depressão mais graves precisam ser tratados de forma diferenciada. “Não se cobre de tomar nenhuma decisão em um momento de extrema ansiedade, como é o do isolamento. Tudo tem hora certa para acontecer, por isso, procure ajuda médica”, completa. Perigos do cigarro eletrônico O pneumologista alerta, ainda, para os mitos do cigarro eletrônico e o cigarro de palha. “Podemos ter, em breve, uma nova geração de viciados. A própria indústria tabagista vende o cigarro eletrônico como mais seguro, o que é uma mentira. Não existe cheiro e possui menos fumaça, mas a nicotina permanece ali. Sobre o cigarro de palha, é pior ainda. Estimamos que o consumo de apenas um seja equivalente ao de quatro cigarros comuns”, explica. Macedo conta que a lesão pulmonar relacionada ao uso de cigarro eletrônico, vaporizadores de ervas e tabacos, e produtos similares ganhou um nome próprio: Evali (E-cigarette, or Vaping, product use–Associated Lung Injury). Quem recorreu ao fumo eletrônico para largar o cigarro deve trocar a estratégia por tratamentos comprovados. “Hoje temos opções via oral e por adesivos que fazem a reposição parcial da nicotina. Geram excelentes resultados, mas precisam ser acompanhados por especialistas e com apoio psicológico”, finaliza. Sobre o Vera Cruz Hospital Em 76 anos de existência, o Hospital Vera Cruz é reconhecido pela qualidade de seus serviços, capacidade tecnológica, equipe de médicos renomados e por oferecer um atendimento humano que valoriza a vida em primeiro lugar. O Vera Cruz dispõe de 167 leitos distribuídos em diferentes unidades de internação, em acomodação individual (apartamento) ou coletiva (dois leitos), UTIs e maternidade. A Instituição conta também com setores de Quimioterapia, Hemodinâmica, Câmara Hiperbárica Monoplace, Radiologia (incluindo tomografia, ressonância magnética, densitometria óssea, ultrassonografia e raio-x), e laboratório com o selo de qualidade Fleury Medicina e Saúde. Em outubro de 2017, a Hospital Care tornou-e parceira do Vera Cruz. Em pouco mais de dois anos, a aliança registra importantes avanços na prestação de serviços gerados por investimentos em inovação e tecnologia. Em médio prazo, o grupo prevê expansão no atendimento com a criação de dois novos prédios erguidos na frente e ao lado do hospital principal, totalizando 17 mil m² de áreas construídas a mais. Há 30 anos, o Vera Cruz inaugurou e mantém a Fundação Roberto Rocha Brito, referência em treinamentos e cursos de saúde na Região Metropolitana de Campinas, tanto para profissionais do setor, quanto para leigos, e é uma unidade credenciada da American Heart Association. Atendimento à imprensa Rafaela Dias | [email protected] | (19) 98199-0352 Tiago Freitas | [email protected] | (19) 99306-2923

18 de Novembro MAIS

Pandemia: nutricionista fala sobre como se alimentar bem

Agosto, 2020 – A pandemia do Corona vírus trouxe muitos desafios. Entre eles, o de se alimentar com segurança e de forma saudável, mesmo passando muito tempo em casa, onde ficamos mais suscetíveis a guloseimas variadas e com horários de alimentação menos regulados. Reduzir os riscos de contaminação ao cozinhar em casa, unir o home office com a rotina de crianças fora da escola e fugir das tentações são tarefas mais difíceis do que aparentam. E, segundo a coordenadora de nutrição clínica do Vera Cruz Hospital, Adriana Passos Cardoso, exigem muito poder de adaptação. “Planejamento e organização são o começo de uma alimentação correta. Durante a pandemia, vimos pacientes que nem sequer sabiam como fazer uma compra no supermercado. Foi preciso muita adequação nesses cinco meses, tempo bem considerável, e que ainda deve permanecer por mais tempo, já que muitas famílias ainda não têm previsão de volta às aulas para os filhos esse ano”, explica. Segundo a especialista, optar pelo saudável começa já na lista do mercado: pode até incluir guloseimas, mas com moderação. “Vivemos um momento de muita ansiedade e não é a hora de se privar de comer qualquer coisa, ou começar alguma dieta rígida, mas é importante lembrar que as consequências já estão aparecendo, afinal, todos temos alguém por perto se queixando de ganho de peso na pandemia”, afirma. “Os adultos, assim como as crianças, comem o que têm em casa, então, cuidado com as suas escolhas. Elas devem ser corretas já no supermercado, e não depois que já estão no armário. Diminuir o consumo de alimentos industrializados, selecionar fornecedores e fazer escolhas corretas são um bom começo”, alerta. Outra preocupação, segundo Adriana, é o consumo de bebidas alcóolicas, que teve aumento no isolamento e que pode contribuir para a obesidade. Segundo pesquisa divulgada em julho e realizada em parceria pela Unicamp com a Fundação Oswaldo Cruz, 24% dos brasileiros admitiram estar consumindo mais álcool durante o período de isolamento social em razão das sensações de tristeza ou depressão. “O álcool tem uma eficiência maior em se transformar em gordura, por isso, alertamos para o teor alcóolico, seja qual for a escolha. Além disso, é importante lembrar que homens e mulheres têm organismos diferentes, portanto, a ingestão também deve ser de forma diferenciada”, diz. De acordo com Adriana, os perigos dos excessos chamaram a atenção da OMS (Organização Mundial da Saúde), que orientou governos e empresas a reduzirem a venda deste tipo de produto durante a quarentena. Mitos e verdades da imunização Sobre o fortalecimento da imunidade, ele deve ser considerado nas escolhas alimentares individuais, segundo a especialista. “Ouvimos muitos palpites e sugestões sobre o tema durante a pandemia e não são reais. Houve um grande aumento na procura por vitaminas C e D, por exemplo, mas a suplementação de nutrientes, vitaminas e até probióticos é individual. Elas podem até ter ação nesse período, mas não vão prevenir, nem blindar contra o coronavírus”, avisa. A nutricionista deixa ainda dicas para os pais, salientando que disciplina não precisa caminhar de mãos dadas com restrições mais exigentes. “Rotina e disciplina são a solução. Quem decide é o adulto. Então, novamente, cuidado com o que entra em casa. Não rotular os alimentos é importante nesse momento, assim como as escapadinhas controladas podem acontecer, mas criar hábitos diários podem ajudar nesse equilíbrio como, por exemplo, um cardápio semanal que inclua todas as refeições”, explica. O que é indicado comer, então? Segundo Adriana, a nutrição é um tema individual e que leva em conta sexo e idade. “Nada pode ser generalizado, nem mesmo a alimentação, afinal, todos temos gostos e necessidades fisiológicas diferentes. Procure um especialista se precisar de ajuda”, explica. Perspectiva futura preocupa O fim da pandemia, na visão de Adriana, deve trazer outro problema, ainda mais grave do que as alterações alimentares: a busca pelo “corpo perfeito”. “A procura a todo custo pelo emagrecimento e pela vida saudável que deve acontecer nos próximos meses é um fator preocupante. Dietas milagrosas, pílulas potentes e novas modalidades de atividades físicas podem se tornar um perigo. Cuidado com o radicalismo e com as soluções fáceis. Se a gente pode levar como lição da pandemia é a mudança de hábitos e escolhas”, reforça. Sobre o Vera Cruz Hospital Em 76 anos de existência, o Hospital Vera Cruz é reconhecido pela qualidade de seus serviços, capacidade tecnológica, equipe de médicos renomados e por oferecer um atendimento humano que valoriza a vida em primeiro lugar. O Vera Cruz dispõe de 167 leitos distribuídos em diferentes unidades de internação, em acomodação individual (apartamento) ou coletiva (dois leitos), UTIs e maternidade. A Instituição conta também com setores de Quimioterapia, Hemodinâmica, Câmara Hiperbárica Monoplace, Radiologia (incluindo tomografia, ressonância magnética, densitometria óssea, ultrassonografia e raio-x), e laboratório com o selo de qualidade Fleury Medicina e Saúde. Em outubro de 2017, a Hospital Care tornou-se parceira do Vera Cruz. Em pouco mais de dois anos, a aliança registra importantes avanços na prestação de serviços gerados por investimentos em inovação e tecnologia. Em médio prazo, o grupo prevê expansão no atendimento com a criação de dois novos prédios erguidos na frente e ao lado do hospital principal, totalizando 17 mil m² de áreas construídas a mais. Há 30 anos, o Vera Cruz inaugurou e mantém a Fundação Roberto Rocha Brito, referência em treinamentos e cursos de saúde na Região Metropolitana de Campinas, tanto para profissionais do setor, quanto para leigos, e é uma unidade credenciada da American Heart Association. Rafaela Dias | [email protected] | (19) 98199-0352 Tiago Freitas | [email protected] | (19) 99306-2923

18 de Novembro MAIS

Empresário é aplaudido e tem festa de aniversário ao deixar hospital em SC: ‘Sobrevivi a um caso grave de Covid-19

A luta contra o coronavírus de um morador de Florianópolis durou 35 dias, dos quais 32 em um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O empresário Adalberto Soares, de 40 anos, foi curado da Covid-19 e recebeu alta do Hospital Baía Sul, no sábado (18).       Na saída, além de aplausos com música preferida, a equipe do hospital acompanhado da mulher Julie Soares, de 32 anos, organizaram uma comemoração especial de aniversário. Em clima de festa, com luzes de balada, ele foi levado de cadeira de rodas pelos corredores do hospital com um cartaz escrito: "Sobrevivi a um caso grave de Covid-19". O empresário, que não tinha doenças preexistentes, começou a sentir dores fortes no corpo no início de março. Ele chegou a ir pelo menos duas vezes ao hospital, foi medicado e continuava com as rotinas de trabalho, antes de ter o diagnóstico que estava com o novo coronavírus e ser internado no dia 14 de março. Bullets: Teste 1 Teste 2 Lista numérica: Teste 1 Teste 2 Titulos: título 1 título 2 título 3 título 4 "Ele estava passando muito mal, sentia falta de ar e voltamos novamente no hospital. Foi quando fizeram o raio-X e tomografia, daí os médicos já viram que os pulmões estavam comprometidos. Ele ficou em isolamento e depois já foi pra UTI, onde precisou ficar entubado e teve suporte ventilatório. Ele foi um paciente grave e depois teve ainda pneumonia", explica Julie. Casados há dez anos e dois meses, Adalberto e Julie mudaram em fevereiro de São Paulo para Florianópolis. Ela também foi infectada e ficou isolada por 20 dias, mas não precisou de atendimento hospitalar. "Eu tive alguns sintomas, mas não passei pelo o que ele passou. Ficou só eu, Deus e uma bíblia aqui no apartamento. Nossa família e amigos são todos de São Paulo. Uma vizinha me ajudou com a comida e outros vizinhos foram solidários. Eu só tinha notícias dele por telefone. Estou muito feliz em ver ele aqui novamente, foi um livramento na nossa família", disse.

31 de Agosto MAIS
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